quarta-feira, 5 de maio de 2010

Moto taxi de Capim grosso é encontrado morto.


O corpo do Mototaxista Edno Oliveira Silva Santos de Jesus, encontrado em estado deplorável na fazenda Mandaçaia, Município de Capim Grosso, já foi removido do local e transferido para a capelinha do Cemitério da Avenida ACM em Capim Grosso. Na manhã desta quarta-feira (05) o corpo segue para a cidade de Jacobina para a realização da Autopsia. Com a liberação do corpo pelo IML, os Capimgrossense terão a oportunidade de prestar as últimas homenagens ao amigo e irmão na fé.
Edno era membro da Igreja Assembléia de Deus, dirigida pelo Pastor Manoel e tocava bateria nos cultos e apresentações do grupo de Louvor da Igreja. Edno fez parte também do Conselho Tutelar do Município da última gestão, teve seu nome entre os candidatos da última eleição, mas os votos obtidos não foram suficientes para estar entre os eleitos. Sem uma opção de trabalho, o jovem de 26 anos, casado, filho único consegue uma vaga na empresa de Moto Táxi União, localizada no centro da cidade. A Moto da sua última viagem é uma Yamanha YBR 125, ano 2001, cor azul, placa de Jacobina, os números informaremos na próxima matéria. Edno deixou a cidade com destino ao Povoado de Pereira, por volta das 10h00min da manhã, passou no Posto Capim Grosso, abasteceu, após colocar combustível na sua companheira de trabalho seguiu para o cumprimento de mais uma tarefa. Ao chegar à Fazenda Mandaçaia, Município de Capim Grosso, a sua viagem foi interrompida de forma brutal. Além de assassinar o jovem indefeso, atearam fogo em seu rosto. A moto que não lhe pertencia foi levada e com ela o sonho de continuar trabalhando em prol de uma vida digna ao lado de sua esposa e mãe.
A população não entende por que tamanha crueldade e chora mais uma vez a morte de um amigo, de um irmão.
O sepultamento de Edno será realizado no povoado de Jaboticaba, município de Quixabeira, em horário a ser confirmado pela família

Coelba descumpre acordo com consumidores



De nada valeu o acordo firmado entre a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia e o Ministério Público (MP-BA) para garantir o direito dos consumidores que tiveram suas contas majoradas erroneamente por erro na concessionária.
Ao contrário do que foi acertado, o intenso movimento de pessoas para registrar queixa no posto da Coelba na Praça da Sé, nesta segunda-feira (3), não teve o suporte de equipes reforçadas para o fluxo de reclamações que era esperado. No local, os consumidores tiveram que enfrentar longas filas e demora no atendimento. Ficou decidido ainda que a concessionária teria o prazo de um mês para responder a cada consumidor que registrasse queixa, e que não seria cobrada qualquer taxa extra pela revisão. O cliente teria direito, ainda, a não pagar a conta, sem ter a energia cortada, nesse intervalo de tempo. Nesta segunda, entretanto, não eram poucos os casos como o da comerciante Maria da Conceição Freitas, 53 anos. Ela havia acabado de registrar uma reclamação por aumento de pelo menos 100 ou 200 kwh na conta de luz de casa – R$ 92,23 (170 kwh) em março, e R$ 194,96 (372 kwh) em abril. Ela pediu uma aferição no relógio medidor da residência para constatar se havia erro. Para isso, recebeu um protocolo e um aviso de que o serviço, com prazo de um mês para ser realizado, provavelmente não sairia de graça. “A moça me disse que se estivesse tudo normal, como ela acha que está, vão me cobrar R$ 6”, reclamou. E mais: “Ela deixou bem claro que, se eu não pagar a conta, vão cortar minha luz”. Para o promotor de justiça do consumidor, Aurisvaldo Sampaio, isso se configura em descumprimento do acordo firmado entre a concessionária e o MP. “As pessoas não vão pagar nada, estejam elas certas ou erradas em suas reclamações”, enfatizou. Segundo ele, nem mesmo a energia poderá ser cortada. “Peço que quem tiver esse problema, venha à 4ª Promotoria”, recomendou. Entenda o caso Coelba na entrevista do BN desta semana com o promotor de Justiça do Ministério Público Estadual (MP-BA, Aurisvaldo Sampaio.
Informações do A Tarde.